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Você sabia que os mapas são verdadeiros repórteres? Eles
nos contam tudo sobre o mundo!
Pois é... Foi nessa perspectiva de perceber a importância dos mapas no cotidiano humano, que as turminhas dos 6ºs anos embarcaram numa viagem ao longo do semestre,
pelo universo da CARTOGRAFIA.
As descobertas não foram poucas. Vamos conferir no texto a seguir.
Sabendo que a análise do espaço geográfico consiste no principal
objeto de estudo da geografia, realizamos várias atividades
cartográficas que nos deixaram craques na interpretação espacial.
Mapas: essenciais e
variados, são textos geográficos que representam a
superfície terrestre ou parte dela em um
plano. Através da interpretação dos seus principais elementos: título, legenda, escala, orientação e fonte, podemos saber a previsão do tempo, o trajeto de uma
viagem, localizar um fato descrito numa notícia de jornal ou revista, calcular distâncias de um lugar a outro, etc,
etc... Nem dá para listar todas as suas utilidades no cotidiano humano.
Além
dos mapas, o espaço pode ser representado por croquis,
como fizemos no trajeto casa-escola. Com ele, podemos chegar à casa de alguém
utilizando os principais pontos de referência, através de um desenho livre, sem
nos preocuparmos com o uso de escala. Com esse recurso cartográfico, entendemos
bem a utilização da legenda. Normalmente, encontramos croquis em propagandas de imóveis e lugares turísticos.
Atenção, galera, os nossos croquis estão prontos. Agora, só falta marcar o
churrasco!!!!
Hoje
em dia, a orientação no espaço geográfico se faz por meio de pontos cardeais e de instrumentos
como GPS e bússola. Há também a possibilidade de utilizarmos os astros, como
o sol, a lua e as estrelas. Foi
através do movimento aparente do sol, que se
determinou um conjunto de pontos de orientação: norte, sul, leste e oeste. A direção onde o sol “aparece” pela manhã ficou
determinada como leste ou oriente (que significa
nascente). O lado oposto, onde o sol se põe no cair da tarde, ficou conhecido
como oeste ou ocidente (que significa poente). A
partir desses, foram criados o norte e o sul.
Para fixar bem esse conhecimento, brincar foi preciso (Risos!)... O jogo da Orientação Espacial, produzido com camarinhas de ovos, foi certeiro na sistematização desses saberes.
Conhecendo
bem essas direções, podemos nos orientar e localizar, por exemplo, o bairro em
que moramos no mapa de Timóteo-MG, representado com escala grande, contendo assim, muitas
informações.
Precisamos
desses conceitos também para ouvir dizer e entender que os países do hemisfério
norte são mais ricos do que os do sul, ou que o nosso continente está
localizado no ocidente e que a Ásia é um continente localizado no oriente, por
exemplo. Agora, começamos a entender a Geografia na telinha da TV.
Uma
representação do espaço com grande nível de detalhamento chama-se planta. Essa representação possui escala grande, já que a área
cartografada foi pouco reduzida.
Nós
construímos a planta da nossa sala de aula. Com essa proposta, pudemos perceber que quanto menor a área
representada, maiores serão os detalhes presentes no mapa. Assim, na planta
da sala foi possível representar até o nosso livro de Showgrafia...
Qual
escala utilizar? Eis a questão... Vai depender do nosso objeto de análise. Se quisermos analisar
a distribuição das carteiras na sala de aula, precisaremos usar uma planta com
escala maior, se o nosso objetivo é identificar países de um determinado contintente, utilizaremos um mapa com escala pequena, e por aí vai...
O
estudo de escala nos lembra a Matemática. Assim como as frações, os mapas
com menores denominadores são maiores que os que possuem maiores denominadores.
Exemplo: Quem comeu o maior pedaço de uma pizza? Quem comeu 1/2 ou quem comeu
1/8 da mesma pizza? Viu, só? É simples assim...
Mas
não só com mapas, croquis e plantas podemos representar o espaço. Há também os
modelos tridimensionais, como as maquetes e os globos. As maquetes. são normalmente miniaturas que nos
permitem visualizar facilmente vários aspectos como comprimentos, alturas ou
altitudes e larguras do objeto representado.
Uma
proposta bem legal foi a construção de maquetes de cômodos das nossas casas.
Foram usadas escalas variadas, mas a maioria dos alunos utilizou a escala 1:8
(um por oito), o que quer dizer que todo o mobiliário e cômodos ficaram oito
vezes menor que o tamanho real. Se quiser conferir, é só multiplicar as medidas
dos objetos da maquete pela escala utilizada...
Com
essas atividades entendemos bem o conceito de
escala geográfica e escala
.cartográfica. Já sabemos que uma escala local tem escala cartográfica grande. Usando o mesmo
raciocínio, concluímos que uma escala nacional, por exemplo, tem escala
pequena, pois o espaço foi muito reduzido.
O
mais legal foi aprender a trazer todo esse estudo para o nosso cotidiano. É a
cartografia facilitando o nosso dia a dia. Por exemplo, se for preciso mudar os
móveis do meu quarto de lugar, ao invés de ficar arrastando-os de um lado para
outro e ainda arranhando o chão, pegando peso (ufa!!!), basta medir o comprimento
e a largura do quarto e dos móveis, reduzi-lo a mesma escala e construir uma planta. Depois, é só fazer
as tentativas com pequenos pedacinhos de papel reduzidos numa mesma proporção.
Chegando a uma conclusão sobre as mudanças....Aí, sim! Mãos a obra!
E
o globo? Ao confeccioná-lo, concluímos que essa é a representação mais fiel do nosso
planeta. Mas nem por isso é 100% perfeita. Ao analisarmos o
globo planificado, pudemos perceber que nas baixas
latitudes, ou seja, perto da linha do equador, há
menores distorções do que nos polos. Um exemplo, é a ilha de Groelândia que na
projeção cartográfica de Mercator, parece ser do tamanho da América do Sul,
quando na verdade é 7 vezes menor.
Assim, concluímos ainda, que projetar a superfície
terrestre em um plano sempre foi um grande desafio para os cartógrafos e que paralelos e meridianos são
linhas imaginárias representadas nos mapas com o objetivo de localizar qualquer
lugar na superfície da Terra.
Muito útil também foram os estudos sobre fusos horários. Com os
conhecimentos adquiridos sobre orientação (leste e oeste), coordenadas
geográficas (longitude) e movimento de rotação da Terra, ficou fácil entender
por que quando é dia no
Brasil (país ocidental) é noite no
Japão e parte da China (países
orientais)... É que a Terra não consegue iluminar todo o planeta de uma só vez,
como ficou esclarecido na latinha que produzimos. Muito show!
Descobrimos também, que, a cada hora, o nosso planeta gira 15º, perfazendo um giro
de 360º ao longo das 24 horas do dia.
É... Os japoneses tiveram dificuldades para acompanhar, ao vivo, os jogos
da Copa das Confederações aqui no Brasil!!!
Tudo pronto! Agora chegou a hora da exposição de trabalhos do 1º semestre!
Parabéns 616 e 626 vocês mostraram que têm enorme potencial!!!
O conhecimento é o nosso maior tesouro!
Estamos juntos nessa busca!!!
Abraços carinhosos...
Profª Cida
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