Sabe aquela aula que você vivenciou e achou que foi Show?!... Então... Descreve a sua sequência didática aqui pra gente... Vamos iniciar uma corrente em prol desta ideia que nós acreditamos!
Se você é aluno e também tem uma experiência bacana vivenciada nas suas aulas de Showgrafia, etc e tal, conta pra gente... Seja também um forte elo desta corrente!
O primeiro objetivo da educação é criar pessoas capazes de fazer coisas novas, e não simplesmente de repetir o que outras gerações fizeram – pessoas criativas, inventivas e descobridoras. O segundo objetivo da educação é formar mentes que possam ser criticas, possam verificar e não aceitar tudo que lhes é oferecido. ”(Piaget)
Abraços carinhosos...
DOMINGO, 13 DE NOVEMBRO DE 2011.
PARA O 6º ANO
RETROSPECTIVA 2011
Hoje podemos dizer que somos mais ECOCIDADÃOS. É a Showgrafia
estimulando a reflexão e a consciência socioambiental.
Agora, com a bagagem lotada de
conhecimentos, proponho um Seminário onde vocês apresentarão 06 (seis) temas
trabalhados em 2011.
# Como fazer? Siga as orientações abaixo:
1. Formar 6 (seis)
grupos de alunos.
2. Preparar a apresentação de um dos temas citados acima, a partir de um sorteiro.
3. Escolher uma forma de apresentação bem criativa para os
trabalhos.
4. Expor o tema
indicado, suas causas e consequências para a sociedade, bem
como, uma proposta para minimizá-lo,
pensando no conceito de desenvolvimento sustentável.
5. Tempo para a apresentação por grupo: 07 minutos.
6.
|
7. Critério de avaliação
(06 pontos):
- Domínio do conteúdo:
03 pontos
- Capricho e organização com o material
apresentado: 02 pontos
- Entrosamento do grupo: 01 ponto
- Quanto à pontualidade: Caso algum grupo não apresente na data marcada, perderá
10% do valor total do trabalho. O não cumprimento ou atraso da atividade deverá
ser justificado por escrito, pelo responsável pelo aluno.
#
Assinatura do responsável: _________________________________________________________
PARA O 7º ANO
CRIANDO UMA AGÊNCIA
DE VIAGENS
Durante todo o ano descortinamos as belezas naturais e também as criadas
pela mão humana presentes em todo o território brasileiro. Conhecemos o nosso
país. O nosso chão. A nossa terra.
Agora,
chegou a hora do produto final. Vocês estão sendo desafiados a criarem uma
agência de viagens. Será um trabalho em grupo de 6 alunos. Cada grupo irá
montar a agência para cada região do Brasil.

1- Quatro pontos
turísticos
2- Base física (relevo,
vegetação e hidrografia)
3- Principais aspectos
econômicos e culturais
4- Lembre-se de criar um
nome original para a sua agência.
# Importante:
O trabalho será desenvolvido extraclasse.
Serão sorteados três alunos para apresentarem os trabalhos. Estejam
todos muito bem preparados. Confio em vocês!!!
# Valor
do trabalho: 06
pontos (Ao final da III Etapa, será tirada a média
aritmética das AMP’s)
# Critérios de avaliação: Domínio de
conteúdo, postura, criatividade, entrosamento da equipe, capricho e organização. Adaptação do material
apresentado para alunos com necessidades especiais (teremos dois visitantes cegos).
# Data da apresentação: 25/11/2011, no turno da
tarde.
Um ótimo trabalho para vocês!
SEGUNDA-FEIRA, 15 DE AGOSTO DE 2011.

VAMOS FAZER UM TOUR PELA
RMVA VIA GOOGLE.MAPS

Vamos refazer o nosso trabalho de campo pela
Região Metropolitana do Vale do Aço e rever alguns conceitos. Mãos à obra!
1-
Digite
o endereço http://maps.google.com.br/ e abra o seu
geoatlas na p.76.
2-
Digite
a expressão REGIÃO METROPOLITANA DO VALE DO AÇO na barra de busca..
3-
Podemos
visualizar os lugares através de mapas ou de imagens de satélite. Clique no
modo Satélite, no canto superior
direito da página.
4- A
imagem se encontra na escala 1:50 km.
Nesta escala, quais informações conseguimos obter da RMVA?
5- Clique
em Timóteo e aumente ainda mais a escala, reduzindo a área visualizada. Chegue
a 1:2km. Melhora o nível de
detalhamento? Você consegue perceber o Vale – a forma de relevo da nossa região?
Qual rodovia corta a nossa a RMVA?
6- Ainda
clicando em Timóteo, escolha a escala 1:20m.
a) O
que podemos identificar agora?
b) Localize
a Prefeitura Municipal de Timóteo.
c) Sob
qual ponto de vista avistamos as construções: vertical, frontal ou oblíquo?
d) Vá
arrastando com a “mãozinha” e passeando pelo nosso município. Localize o seu bairro.
- “Caminhe” até chegar ao Sindicato dos
Metalúrgicos, no bairro Timirim. Ali vamos localizar o CECMG, a feira, o clube
Campestre, a igreja, o hospital. Vamos seguindo até Ipatinga, passando pelo
bairro Santa Maria, Cemitério, ponte da Amizade (mas não vamos seguir por ela),
Aperam, Emalto, ponte velha, Melo Viana, UnilesteMG, Usipa, Horto, Shopping do
Vale, Estação Ferroviária, Usiminas, centro
de Ipatinga.
-
Neste trajeto, vá seguindo o rio
Piracicaba até a sua foz no rio Doce, no Cariru. Perceba se há presença de matas ciliares em suas
margens.
- Identifique na
região o Parque Estadual do Rio Doce,
uma área de Mata Atlântica preservada.
f) Recorde o conceito de Região Metropolitana
ao percorrerem esse trajeto: conjunto de cidades unidas
fisicamente, com forte influência social e econômica entre si, a partir da
cidade central.
g) Agora, localize a Região Metropolitana de
Belo Horizonte. Escreva o nome de cinco cidades que compõem essa região.
(Geoatlas – p.66)
h) Vá aumentando a escala até chegar a 1:500m, clicando na palavra Compare o
adensamento urbano da nossa capital com o da RMVA. Ainda há muitas áreas verdes
preservadas?
i) Podemos usar o Google.maps como ferramenta
para nos indicar um determinado trajeto. Veja como fazer.
No canto superior esquerdo, clique em como chegar. Digite: Belo Horizonte-
Lagoa da Pampulha: o cartão postal da nossa capital. e centro de Belo Horizonte
– Avenida Afonso Pena. Observe as características desse trajeto. Explique a
presença de tantos viadutos nesta metrópole.
j) Vamos mudar o trajeto. Digite na barra de
busca o nosso novo destino de viagem: Pantanal
Mato-grossense – rio Paraguai. Explore a área na escala 1:100m. (Geoatlas –
p.56/57)
l) Agora vamos visitar o rio Nilo – Egito, na região de sua foz em delta, no mar
Mediterrâneo. Registre suas características. (Geoatlas – p.100 e 101)
SEGUNDA-FEIRA, 15 DE AGOSTO DE 2011.
CRIAÇÃO DO GEORNAL CULTURAL
- Uma proposta interdisciplinar com Língua Portuguesa -
A função do jornal
é basicamente a comunicação. É um dos meios mais rápidos de ficarmos informados
a respeito do que acontece no mundo. Dentro do jornal há várias sessões, que
por sua vez abrigam vários tipos de
texto.
Genericamente chamamos os textos que se
apresentam nos jornais
de “matéria”.
Normalmente esses textos têm caráter informativo. As informações são
apresentadas em ordem decrescente de importância ou relevância, seguindo assim
o uma técnica chamada pirâmide invertida.
O primeiro parágrafo
do texto é chamado de “lide” ou “lead”
(inglês) e carrega o conteúdo mais denso da matéria, as principais informações. Esse recurso é
usado para que as pessoas possam ter acesso fácil e rápido à informação e
tenham a oportunidade
de selecionar as matérias que realmente lhes interessam para prosseguir com a
leitura. Geralmente o título da matéria é baseado no lide.
Vejamos dois dos mais característicos tipos de textos jornalísticos e suas principais características:
Vejamos dois dos mais característicos tipos de textos jornalísticos e suas principais características:
Notícia: Caracteriza-se pela
linguagem direta e formal. Tem caráter informativo e é escrito de forma
impessoal, freqüentemente fazendo uso da terceira pessoa. Inicia-se com o lide
e se segue com o corpo da notícia. Enquanto na primeira parte estão registradas
as principais informações do fato, no corpo do texto estão presentes os
detalhes (relevantes ou não), as causas e as conseqüências dos fatos, como,
onde e com quem aconteceu, e a sua possível repercussão na vida das pessoas que
estão lendo.
Editorial: Não é exatamente um
tipo de texto, mas uma sessão do jornal que possui textos selecionados e
agrupados através de seu conteúdo, público ou objetivo. Os jornais são divididos
em vários editoriais que podem ou não estar encadernados separadamente. Entre
os editoriais mais comuns estão: Política, Economia,
Cultura, Esporte, Turismo, Classificados, Coluna Social, Entretenimento, etc.
Fonte: www.infoescola.com › Redação(adaptação)
Praticando...
# Faremos dois
jornais, contentdo, cada um, três editoriais: Economia, Turismo e
Entretenimento.
Inicialmente, produza um rascunho da sua
notícia de acordo com as orientações a seguir.
Fique
ligado(a) ao roteiro!!!
- Edição especial: NORDESTE
1- Tendo
como base o seu livro didático, produza em folha avulsa, uma notícia sobre a
Região Nordeste, enfocando os seguintes
temas e seus respectivos itens.
GRUPO
1 – p. 66, 88 e 89: ZONA DA MATA: O MOTOR ECONÔMICO DO NORDESTE
a) Localização
b)
Origem do povoamento
c)
Principais núcleos urbanos e industriais
d)
Principais atividades econômicas desenvolvidas nesta sub-região
e)
Fatores que favoreceram o desenvolvimento econômico de Salvador
f)
Medidas governamentais para estimular o desenvolvimento industrial da Zona da
Mata
GRUPO
2 – p. 38 e 67: AGRESTE: ESPAÇO DE
PRODUÇÃO E CIRCULAÇÃO DE ALIMENTOS DO NORDESTE
a)
Localização
b) Principais atividades
econômicas desenvolvida da sub-região
c)
Centros urbanos de destaque regional
d)
Feira de Caruaru: um misto de comércio e turismo local
GRUPO 3 – p.63, 68 a 70, 72 e 73, 90 a 92– O SERTÃO DA SECA E DAS CERCAS: A DIFÍCIL
REALIDADE DO SERTANEJO
a)
Localização
b)
Problemas relacionados à semiaridez local
c)
Possibilidades econômicas da sub-região
d)
A relação entre a seca e a indústria da seca
e)
Novas possibilidades: Oeste baiano surge como nova fronteira agrícola do Sertão
GRUPO 4 – p.76, 77 e 80 - NEM SÓ
DE BABAÇUAIS E CARNAÚBAS SOBREVIVE O
MEIO-NORTE
a)
Localização
b)
Importância da carnaúba e do babaçu para o Meio-Norte
c)
Causa do desmatamento da Mata dos Cocais
d)
Justificativa para as recentes mudanças econômicas ocorridas na sub-região
GRUPO
5 – p. 95 e texto complementar – REGIÃO
NORDESTE: BERÇO DO TURISMO CULTURAL E NATURAL NO BRASIL
a)
Ocupação da região
b)
Turismo histórico
c)
Principais pontos turísticos litorâneos (praias)
d)
Principais pontos turísticos do interior nordestino
Para este
roteiro, só vou direcionar os títulos (que poderão ser adaptados).
Os subitens serão percebidos pelas duplas nas reportagens indicadas
abaixo e encontradas aqui no blog, nas postagens do mês de julho e também no
seu livro-texto. Quero que leiam e percebam as ideias principais para
produzirem a reportagem de vocês, combinado?
Vamos lá!
Grupo 1: CENTRO-OESTE: OCUPAÇÃO, POVOAMENTO E
TRANSFORMAÇÕES
Consultar livro - p. 104
a 108
Grupo 2: CRESCIMENTO ACELERADO EM GOIÁS TRAZ
EMPREGO E VIOLÊNCIA (página
inicial - Um giro pelo Centro-Oeste)
Grupo 3: AGRONEGÓCIO
E DESMATAMENTO NO MATO GROSSO: O CERRADO PEDE SOCORRO (página inicial - Um giro pelo Centro-Oeste e p.115 a 118)
Grupo 4: CONSTRUÇÃO
DE PEQUENAS HIDRELÉTRICAS AMEAÇA A VIDA NO PANTANAL, NO MATO GROSSO DO SUL ((página
inicial - Um giro pelo Centro-Oeste)
Grupo 5: GOVERNO QUER
AUMENTAR PRODUÇÃO DE GRÃOS EM MT SEM DERRUBAR ÁRVORES (página
Fique por Dentro)
Vale a pena
assistir ao vídeo!!!
IMPORTANTE!
Se der tempo, produzam também, pelo menos uma estrofe referente ao tema da sua reportagem e/ou uma charadinha referente aos estados e capitais da região, para compor o CADERNO DE ENTRETENIMENTO.
Bom
trabalho, meus jornalistas prediletos! s2
Abraços
carinhosos...
QUARTA-FEIRA, 03 DE AGOSTO DE 2011.
TRABALHANDO COM O TEXTO "UM TOUR PELO CENTRO-OESTE", POSTADO NA PÁGINA INICIAL
SUGESTÕES DE ATIVIDADES...
01)
O governo federal promoveu no Centro-Oeste uma política de
interiorização do pais.
a)
Quais medidas foram adotadas pelo governo?
b)
Justifique essa ação política.
02) Aponte os fatores naturais
e econômicos que transformaram o Centro-Oeste em pólo atrativo de migrantes.
·
NATURAIS:
·
ECONOMICOS:
03) O Centro-Oeste é conhecido
como o Celeiro do Brasil. O que isso significa?
04) Alguns fatores estão ameaçando a integridade
do Pantanal. Exemplifique essa afirmativa.
05) Ilustre e descreva a
paisagem pantaneira, em folha avulsa.
06)
Ilustre o conjunto arquitetônico de Brasília, em folha avulsa. Lembre-se de
colocar legenda nas suas imagens e margem nas folhas.
07) Segundo a ONG Conservação
Internacional, o cerrado brasileiro pode desaparecer até 2030. Se isso
acontecer, uma grande biodiversidade da fauna e da flora desse ecossistema será
extinta. Faça uma pesquisa sobre o Cerrado (características da flora, elementos
da fauna, relevo, solo, grupos sociais) para resolver o que se propõe.
a)
Resolva as questões proposta no seu livro, às p.100 e 101.
b)
Produza uma poesia a partir das informações pesquisadas e
digite-a em papel A4, com a letra no
tamanho 18.
c)
Ilustre a fauna e a flora do cerrado, em folha avulsa.
Bom trabalho!
Profª Cida
O texto base para essa atividade foi inspirado em minhas cartilhas sobre minerais (origem, aplicação, transformação em aço). Outros textos também foram inspirados nesses materiais.
Em 2009, a turma do 9º ano, do CECMG também produziu cartilhas sobre temas ambientais. Foi um trabalho muito interessante, envolvendo leituras, pesquisas, discussões em grupo. Como culminância da proposta, os alunos foram convidados a apresentarem seus trabalhos para a turminha do 3º ano do Fundamental I, da mesma escola. As cartilhas ficaram tão boas que foram apresentadas também na V Mostra de Ensino de Geografia, do UnilesteMG.
Confira uma delas.
O texto base para essa atividade foi inspirado em minhas cartilhas sobre minerais (origem, aplicação, transformação em aço). Outros textos também foram inspirados nesses materiais.
Em 2009, a turma do 9º ano, do CECMG também produziu cartilhas sobre temas ambientais. Foi um trabalho muito interessante, envolvendo leituras, pesquisas, discussões em grupo. Como culminância da proposta, os alunos foram convidados a apresentarem seus trabalhos para a turminha do 3º ano do Fundamental I, da mesma escola. As cartilhas ficaram tão boas que foram apresentadas também na V Mostra de Ensino de Geografia, do UnilesteMG.
Confira uma delas.
Industrialização
![]() |
jornale.com.br |
Helena Brito, Larissa Pereira e Bruna Morais.
Geografia -9º ano - CECMG
Profª Cida Perrout
Uma
turma do 9º ano do Ensino Fundamental de uma pequena cidade do Vale do Aço foi à
cidade de Timóteo em excursão com sua professora. A turma irá conhecer a
indústria siderúrgica Arcelor Mittal.
Chegando
à indústria, eles encontraram com a mascote da empresa que iria guiá-los pelo
seu tour. A mascote chamava-se Mittalzinho.
Vendo
o tamanho da indústria, a Maria, uma aluna de 14 anos, perguntou ao
Mittalzinho:
-
Onde e como surgiram as indústrias?
-
A partir do Século XVIII ocorreram muitas industrializações
no mundo, tendo a primeira e mais marcante delas ocorrido na Inglaterra,
a chamada Primeira Revolução Industrial, com o
surgimento da primeira maquina a vapor.
- Vocè disse
primeira revolução? Tiveram outras? – Perguntou Maria, bastante interessada.
- Sim. As
revoluções industriais foram divididas em três momentos definidos como primeira
revolução, segunda revolução e terceira revolução industrial – explicou a
mascote.
- Explique estes três momentos, por favor Mittalzinho –
pediu o aluno Joao Vitor.
- A Primeira Revolução Industrial ou Primeira Revolução
Tecnológica se caracterizou pela invenção da máquina à vapor e as consequentes
mudanças na sociedade em virtude dessa nova tecnologia. Já a chamada segunda
revolução, foi marcada pela descoberta e disseminação da eletricidade e do uso
intenso do petróleo como fontes de energia.
- Estou percebendo
porque esse momento histórico foi chamado de REVOLUÇÃO... Mudou tudo!!!
- Isso mesmo,
João Vítor. E por fim, a terceira revolução industrial, conhecida também como a
Revolução do Silício,
se caracteriza pelo uso intensivo da informática e telemática nas relações
sociais e, sobretudo, econômicas. – concluiu Mittalzinho.
Maria questionou:
- O que significa industrialização?
- Industrialização
é o processo socioeconômico que visa transformar uma área da sociedade
inicialmente antiga em uma fonte de maior riqueza e lucro. Por meio da
implantação de um maquinário próprio em indústrias de todos e quaisquer tipos, o
qual substitui algumas funções antes exercidas pelo homem, muitas vezes
produzindo mais do que esses, o processo de industrialização impulsiona uma
gradual urbanização e crescimento demográfico na região em que ocorre.
João Vitor comenta:
- Eu já
ouvi falar que a industrialização é uma das causas do Aquecimento Global.
Mittalzinho
logo fala:
- É verdade
sim, o Aquecimento Global é causando também pela Industrialização
Maria pede:
-
Mittalzinho, explique um pouco mais sobre isto.
- A industria é responsavel pela segunda
fatia de contribuição prara o Aquecimento Global. A indústrias emitem para o ambiente
muitos gases tóxicos como o dióxido de carbono, por exemplo – disse o mascote.
João Vitor
indagou:
- Quais são
as consequências destes gases tóxicos no ambiente?
Mittalzinho
respondeu:
- O aquecimento global pode trazer conseqüências
graves para todo o planeta – incluindo plantas, animais e seres humanos. A
retenção de calor na superfície terrestre pode influenciar fortemente o regime
de chuvas e secas em várias partes do planeta, afetando
plantações e florestas. Algumas florestas podem sofrer processo de
desertificação, enquanto plantações podem ser destruídas por alagamentos. O
resultado disso é o movimento migratório de animais e seres humanos, escassez
de comida, aumento do risco de extinção de várias espécies animais e vegetais,
e aumento do número de mortes por desnutrição.
Maria exclamou:
- Já ouvi algo relacionado ao
derretimento de geleiras e aumento do nível do mar.
Então Mittalzinho disse:
- Esta é outra conseqüência do
aquecimento global. Esse derretimento
já vinha acontecendo há milhares de anos, por um lento processo natural. Mas a
ação do homem e o efeito estufa aceleraram o processo e o tornaram
imprevisível.
João
Vitor perguntou:
- O
clima também está mudando, não é Mittalzinho?
- Está
mesmo, João Vitor. E estas mudanças climáticas são responsáveis por 150 mil
mortes a cada ano em todo o mundo.
Maria
disse:
-
Nossa, Mittalzinho, o aquecimento global é mesmo sério. Eu não imaginava que
fosse tão grave.
João
Vitor indagou:
-
Fiquei preocupado com tudo o meu futuro... O que nós podemos fazer para
amenizar o aquecimento global?
Mittalzinho
respondeu:
- Há
várias medidas para amenizar o aquecimento global, como economizar energia
elétrica, usar transportes coletivos em vez de carros próprios, evitar o
consumo e produtos e de água, contribuir com a reciclagem, plantar árvores, entre
outras ações.
João
Vitor agradeceu:
- Nós
aprendemos muito com você hoje, Mittalzinho. Muito obrigado!
Mittalzinho
disse:
- Fico
feliz em saber que vocês gostaram. Peço que passem a outras crianças o que
aprenderam e que respeitem o planeta, ajudando amenizar o aquecimento global.
Fonte:
amaivos.uol.com.br
QUERO AINDA SOCIALIZAR UM TEXTO COM VOCÊS. ELE RETRATA A VISÃO QUE TENHO DA EDUCAÇÃO DO SÉCULO XXI. Confiram!
Rubem Alves: A arte de produzir fome
Adélia Prado me
ensina pedagogia. Diz ela: "Não quero faca nem queijo; quero é fome".
O comer não começa com o queijo. O comer começa na fome de comer queijo. Se não
tenho fome é inútil ter queijo. Mas se tenho fome de queijo e não tenho queijo,
eu dou um jeito de arranjar um queijo...
Sugeri, faz muitos
anos, que, para se entrar numa escola, alunos e professores deveriam passar por
uma cozinha. Os cozinheiros bem que podem dar lições aos professores. Foi na
cozinha que a Babette e a Tita realizaram suas feitiçarias... Se vocês, por
acaso, ainda não
as conhecem, tratem de conhecê-las: a Babette, no filme "A
Festa de Babette", e a Tita, em
"Como Água para Chocolate". Babette e Tita, feiticeiras,
sabiam que os banquetes não
começam com a comida que se
serve. Eles se iniciam com a fome. A verdadeira cozinheira é aquela que sabe a
arte de produzir fome...
Quando vivi nos Estados Unidos, minha
família e eu visitávamos, vez por outra, uma parenta distante, nascida na
Alemanha. Seus hábitos germânicos eram rígidos e implacáveis.
Não admitia que uma criança se recusasse a
comer a comida que era servida. Meus dois filhos, meninos, movidos pelo medo,
comiam em silêncio. Mas eu me lembro de uma vez em que, voltando para casa, foi
preciso parar o carro para que vomitassem. Sem fome, o corpo se recusa a comer.
Forçado, ele vomita.
Toda experiência de aprendizagem se
inicia com uma experiência afetiva. É a fome que põe em funcionamento o aparelho
pensador. Fome é afeto. O pensamento nasce do afeto, nasce da fome. Não
confundir afeto com beijinhos e carinhos. Afeto, do latim "affetare",
quer dizer "ir atrás". É o movimento da alma na busca do objeto de
sua fome. É o Eros platônico, a fome que faz a alma voar em busca do fruto
sonhado.
Eu era menino. Ao lado da pequena casa
onde morava, havia uma casa com um pomar enorme que eu devorava com os olhos,
olhando sobre o muro. Pois aconteceu que uma árvore cujos galhos chegavam a
dois metros do muro se cobriu de frutinhas que eu não conhecia.
Eram pequenas, redondas, vermelhas,
brilhantes. A simples visão daquelas frutinhas vermelhas provocou o meu desejo.
Eu queria comê-las.
E foi então que, provocada pelo meu
desejo, minha máquina de pensar se pôs a funcionar. Anote isso: o pensamento é
a ponte que o corpo constrói a fim de chegar ao objeto do seu desejo.
Se eu não tivesse visto e desejado as
ditas frutinhas, minha máquina de pensar teria permanecido parada. Imagine se a
vizinha, ao ver os meus olhos desejantes sobre o muro, com dó de mim, tivesse
me dado um punhado das ditas frutinhas, as pitangas. Nesse caso, também minha
máquina de pensar não teria funcionado. Meu desejo teria se realizado por meio
de um atalho, sem que eu tivesse tido necessidade de pensar. Anote isso também:
se o desejo for satisfeito, a máquina de pensar não pensa. Assim, realizando-se
o desejo, o pensamento não acontece. A maneira mais fácil de abortar o
pensamento é realizando o desejo. Esse é o pecado de muitos pais e professores
que ensinam as respostas antes que tivesse havido perguntas.
Provocada pelo meu desejo, minha máquina de pensar me fez uma primeira sugestão, criminosa. "Pule o muro à noite e roube as pitangas." Furto, fruto, tão próximos... Sim, de fato era uma solução racional. O furto me levaria ao fruto desejado. Mas havia um senão: o medo. E se eu fosse pilhado no momento do meu furto? Assim, rejeitei o pensamento criminoso, pelo seu perigo.
Provocada pelo meu desejo, minha máquina de pensar me fez uma primeira sugestão, criminosa. "Pule o muro à noite e roube as pitangas." Furto, fruto, tão próximos... Sim, de fato era uma solução racional. O furto me levaria ao fruto desejado. Mas havia um senão: o medo. E se eu fosse pilhado no momento do meu furto? Assim, rejeitei o pensamento criminoso, pelo seu perigo.
Mas o desejo continuou e minha máquina
de pensar tratou de encontrar outra solução: "Construa uma maquineta de
roubar pitangas". McLuhan nos ensinou que todos os meios técnicos são
extensões do corpo. Bicicletas são extensões das pernas, óculos são extensões
dos olhos, facas são extensões das unhas.
Uma maquineta de roubar pitangas teria de
ser uma extensão do braço. Um braço comprido, com cerca de dois metros. Peguei
um pedaço de bambu. Mas um braço comprido de bambu, sem uma mão, seria inútil:
as pitangas cairiam.
Achei uma lata de massa de tomates vazia. Amarrei-a com um arame na ponta do bambu. E lhe fiz um dente, que funcionasse como um dedo que segura a fruta. Feita a minha máquina, apanhei todas as pitangas que quis e satisfiz meu desejo. Anote isso também: conhecimentos são extensões do corpo para a realização do desejo.
Imagine agora se eu, mudando-me para um apartamento no Rio de Janeiro, tivesse a idéia de ensinar ao menino meu vizinho a arte de fabricar maquinetas de roubar pitangas. Ele me olharia com desinteresse e pensaria que eu estava louco. No prédio, não havia pitangas para serem roubadas. A cabeça não pensa aquilo que o coração não pede. E anote isso também: conhecimentos que não são nascidos do desejo são como uma maravilhosa cozinha na casa de um homem que sofre de anorexia. Homem sem fome: o fogão nunca será aceso. O banquete nunca será servido.
Dizia Miguel de Unamuno: "Saber por saber: isso é inumano..." A tarefa do professor é a mesma da cozinheira: antes de dar faca e queijo ao aluno, provocar a fome... Se ele tiver fome, mesmo que não haja queijo, ele acabará por fazer uma maquineta de roubá-los. Toda tese acadêmica deveria ser isso: uma maquineta de roubar o objeto que se deseja...
Rubem Alves, 68, é educador e psicanalista. Está relendo "O Livro dos Seres Imaginários", de Jorge Luis Borges. Acabou de escrever um livro para suas netas —uma máquina do tempo a viajar pelo seu mundo de menino. Conta da casa de pau-a-pique, do fogão de lenha, do banho na bacia. Lançou "Conversas sobre Política" (Verus).
Site - www.rubemalves.com.br
Achei uma lata de massa de tomates vazia. Amarrei-a com um arame na ponta do bambu. E lhe fiz um dente, que funcionasse como um dedo que segura a fruta. Feita a minha máquina, apanhei todas as pitangas que quis e satisfiz meu desejo. Anote isso também: conhecimentos são extensões do corpo para a realização do desejo.
Imagine agora se eu, mudando-me para um apartamento no Rio de Janeiro, tivesse a idéia de ensinar ao menino meu vizinho a arte de fabricar maquinetas de roubar pitangas. Ele me olharia com desinteresse e pensaria que eu estava louco. No prédio, não havia pitangas para serem roubadas. A cabeça não pensa aquilo que o coração não pede. E anote isso também: conhecimentos que não são nascidos do desejo são como uma maravilhosa cozinha na casa de um homem que sofre de anorexia. Homem sem fome: o fogão nunca será aceso. O banquete nunca será servido.
Dizia Miguel de Unamuno: "Saber por saber: isso é inumano..." A tarefa do professor é a mesma da cozinheira: antes de dar faca e queijo ao aluno, provocar a fome... Se ele tiver fome, mesmo que não haja queijo, ele acabará por fazer uma maquineta de roubá-los. Toda tese acadêmica deveria ser isso: uma maquineta de roubar o objeto que se deseja...
Rubem Alves, 68, é educador e psicanalista. Está relendo "O Livro dos Seres Imaginários", de Jorge Luis Borges. Acabou de escrever um livro para suas netas —uma máquina do tempo a viajar pelo seu mundo de menino. Conta da casa de pau-a-pique, do fogão de lenha, do banho na bacia. Lançou "Conversas sobre Política" (Verus).
Site - www.rubemalves.com.br
Oiii...
lembram-se do texto O FUTEBOL E A GEOGRAFIA, postado na página Alô, 7º ano!? Então... A partir das discussões, eu sugeri que os alunos produzissem uma charge baseada em uma das reflexões propostas.
E aqui está a charge produzida pelo André Bittencourt, aluno da T.614. Confiram!!!
Parabéns pelo constante interesse, André! Atitudes como essas fazem de você um Campeão!
Abraços carinhosos...
SÁBADO, 21 DE MAIO DE 2011.
Geente!
Confiram uma poesia produzida numa avaliação de Geografia, no 7º ano.
O tema proposto foi Problemas ambientais.
Em prol da natureza
Fui passando pela floresta
Vi árvores caindo no chão
Também vi queimadas de montão.
Pessoas respirando o ar ruim
Árvores sendo derrubadas ilegalmente,
Para abastecer o mercado dessa gente.
Com o turismo predatório a todo vapor,
Os biomas podem se decompor.
A natureza grita por socorro,
Aparece na TV o horror!
Isso não é uma situação de humor!
Autores: Fernanda Guastini e Lucas Duarte - T.614
professorandregeografia.blogspot.com
|
Faça a sua parte
Desses biomas
temos que cuidar
senão num pisque
tudo vai acabar!
Desmatamento, queimada
e poluição.
Se não cuidar,
tudo vai acabar!
Então, cuide da natureza,
esta dica ou estou dando.
Vamos fazer a nossa parte,
pois assim,
estaremos ajudando!
Autores: Raquel Bitencourt e Gabriel Souza
Desenvolvendo a consciência ambiental, vamos juntos salvar a nossa casa: a Terra!
Aguardem! Novas poesias serão postadas durante a semana!
Boas provas para vocês!!!
DOMINGO, 10 DE ABRIL DE 2011
JÚRI SIMULADO: O CASO DA TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO
O Júri Simulado que o aluno Vítor do CECMG se refere no comentário, foi mesmo um trabalho show! Pesquisa e oralidade formaram uma parceria que deu certo. A ré foi a transposição do rio São Francisco. Alunos representaram advogados de defesa e de acusação que contaram com o depoimento de testemunhas para argumentarem sobre essa polêmica obra. A turma 614/2010, está de parabéns pelo ótimo desempenho da proposta, que além de excelente metodologia do ensino de Geografia, despertou grandes talentos da arte de falar em público. Valeu, galera!!! Obrigada pela dica, Vítor!
Aguardamos novas sugestões!
Abraços carinhosos...
SEXTA-FEIRA, 08 DE ABRIL DE 2011
RAP EM PARCERIA COM PORTUGUÊS, HISTÓRIA E GEOGRAFIA
Nesta etapa letiva o tema Diversidade Cultural perpassa pelo planejamento das disciplinas Português, História e Geografia, na escola CECMG. A questão do preconceito racial emerge em nossas discussões e acaba motivando alunos a demonstrarem os seus sentimentos. Foi assim, que os alunos Gustavo Soares, Guilherme Carneiro e Bruno (624) produziram um Rap bem bacana. Confiram!
Nós criamos este rap/ Para o mundo ficar mais legal!
Rap do diga não ao preconceito!!!
Tamo aqui pra falar de um assunto
Que hoje em dia ouvimos falar muito
E este assunto é o preconceito
Que achamos uma falta de respeito
Então, se liga aí nessa parada
Só pensamos nele como uma coisa feia e errada
Então, povo de hoje em dia
Só peço que parem com essa mania
O preconceito não é nada legal
E isso é uma coisa de gente irracional
Não importa se você pensa que as pessoas são diferentes
Trate ele normal
E não como um animal
E ela ficará muito contente
Se você sofresse preconceito não iria gostar
Imagine uma pessoa que sofre (coitadinha!)
Como deve ficar?
Além do mais, ninguém é igual
Não tenha preconceito
E mostre que você é racional
"Diga não ao preconceito e dê um novo conceito ao nosso mundo."
Valeu, meninos! Com o aprender voltado para o pensar, não tem outro jeito... Vocês têm mesmo que arrasar! Que venham os próximos raps que estão em construção... Grande expectativa no ar!
Super parabéns!!!
QUARTA-FEIRA, 06 DE ABRIL DE 2011
Comemorando uma semana do blog, vou registrar a primeira sugestão...
Bom, pessoal! Resolvi começar a postar a primeira ideia.
A proposta recebeu o nome de Showgrafia em versos e prosas- Transformações nos espaços rural e urbano. Foi uma coletânea de poesias que fiz com alunos do 6º ano, do CECMG. Ao final de cada Unidade de Ensino proposta no livro da RSE, os alunos produziam uma poesia, em dupla com um colega. Ao final do ano, selecionamos a melhor poesia de cada dupla e montamos um livrinho com o título que já citei acima. Assim, todo o conteúdo estudado foi registrado nas poesias e nas nossas memórias.
Foi uma descoberta de muitos talentos. E posso dizer que foi... Show!!!
Apreciem algumas amostras...
A vida no campo...
Biana – 524
Com pouco fluxo de pessoas
no campo é bom para passear
apreciando as belezas naturais,
ouvindo o pássaro cantar.
Lá a vida é tranquila
e gostosa de viver
vivendo com os animais
como se fosse lazer.
O campo também é extrativismo
e nós podemos usar
mas o mais importante
é saber preservar.
A vida no Campo
Isabela e Isadora- 524
O campo é um lugar tranqüilo,
Sem muita agitação,
Com poucas indústrias, pouco comércio,
E com pouca população.
Neste lugar predomina o setor primário:
Pecuária, extrativismo e agricultura.
Lá tem fazendeiro,
Cada um com a sua cultura.
Agricultura envolve espaço,
Onde acontece a plantação.
Pode ser de qualquer coisa,
Arroz, milho ou feijão.
Pecuária envolve gado,
E a sua criação,
Com ele se faz o maior churrascão.
Extrativismo envolve três tipos:
Vegetal, animal e mineral.
Extrair dá um trabalhão.
Petróleo, látex e pesca,
São exemplos desta extração.
É bom viver na cidade,
Com toda a sua agitação.
Mas prefiro mesmo o campo,
Com sua menor poluição.
Urbanização e os problemas urbanos
Com a modernização
Cidades cresceram
Com a poluição
Pessoas morreram
O lixo
Causa enchente
Desapropriando
Muita gente.
Pessoas sofreram
Com a seca no Sertão
O uso correto de verbas
Será a solução
Para conter também
Os problemas da urbanização.
O lixo nosso de cada dia
Lixo é um problema importante
Não podemos descuidar
Seja um ecocidadão
Vamos todos reciclar.
Lixo em excesso
Consequências podem causar
Ajude o nosso planeta
Lembre sempre de reutilizar.
Ei,
Você aí...
Não se esqueça
Do lixo reduzir.
O lixo prejudica o planeta
Para isso existem os 3Rs
Reduzir, reutilizar e reciclar
Essas são palavras chave
Para o nosso bem-estar.
Essa turminha é SHOW ou não é?
Na próxima semana vou trocar as poesias para que todos os alunos possam participar, ok?
Na próxima semana vou trocar as poesias para que todos os alunos possam participar, ok?
Agora, aguardo as sugestões de vocês, meus queridos visitantes!
Abraços carinhosos...
CAMPANHA DA FRATERNIDADE E GEOGRAFIA:
PARCERIA QUE VAI DAR CERTO
CAMPANHA DA FRATERNIDADE E GEOGRAFIA:
PARCERIA QUE VAI DAR CERTO
Olá, companheiras e companheiros!
Adoro trabalhar músicas nas aulas de Geografia. Percebo que a música relaxa, favorece a reflexão, estimula o senso crítico, amplia a nossa cultura... Enfim, música é Show!!!
Então, estive selecionando algumas músicas para trabalhar com o tema da CF deste ano e quero socializar com vocês. Vários compositores têm usado esse veículo para apresentar os seus protestos e indignações diante dos problemas ambientais que estão a nossa volta. E não são poucos!! Confiram as sugestões!
I -Xote Ecológico - Luíz Gonzaga
Composição: Luíz Gonzaga
II- O Mundo - Zeca Baleiro
Composição: André Abujanra
IV- Nave Terra - Rita Lee
Composição: Rita Lee
Composição: Ivan Lins / Vitor Martins
Composição: Marcelo Frmoer/ Arnaldo Antunes/ Ségio Britto
Composição : Ivan Lins / Vitor Martins
Gente... No site http://letras.terra.com.br vocês poderão encontrar as letras e os clips dessas músicas. Vale a pena conhecê-los! Se não der para trabalharmos com todas, que tal sugerimos a apreciação das letras aos nossos queridos alunos?
Fica aí a minha colaboração!
Tenham uma semana abençoada.
Abraços carinhosos...